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Arvore Genealogica janeiro 6, 2007

Posted by paulovictor in Arvore Genealogica.
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Família di Battista brasaobatista.gif italia.gif(Lado Paterno)

brasaoangeluti.gifFamília Angelucci italia.gif(Lado Materno)

brasil.gifpaulo3×4.JPGitalia.gif
Paulo Victor de Olveira Batista
Coordenador do Blog

Minhas raízes

comentario1.jpg

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Comentários»

1. paulovictor - janeiro 8, 2007

DOCUMENTOS PARA TIRAR CIDADANIA ITALIANA
Veja direto no site do Consulado Italiano em SP
http://www.italconsul.org.br/bilingue/pag/cittadinanza_roteiro_po.htm
PASSAPORTE único documento que você recebe

E.N.A.S.C.O. – Av São Luís, 50 20ºandar cj 202-C (edifício Italia)
Centro CEP 01046-900 – São Paulo – SP
Fones: (11) 3259-1806 / Fax: (11) 3231-2351 / 3231-0736
9:00 às 12:00 e das 14:00 às 17:00 (Dr. Antônio Laspro)
Site http://www.enasco.org.br/HOME2.html e-mail antoniolaspro@enasco.org.br

OBS.: PEGAR SENHA DE ATENDIMENTO.

*) Negativa de Naturalização do Italiano (Polícia Federal – BR)
Av. Prestes Maia 700 / 2ºandar /Levar xerox do documento do Italiano.
O ORIGINAL E 1 XEROX AUTENTICADA-TODOS DOCUMENTOS,
COM DATA MENOR A 1 ANO. (para o tradutor)
COM FIRMA RECONHECIDA DOS CARTORIOS EM SÃO PAULO.
1-CERTIDÃO DE NASCIMENTO bisavô (nascido na Itália) __ OK
2- // CASAMENTO bisavô……. __ OK
3- // OBITO bisavô……….. __ OK
4- // NASCIMENTO avô……… __ OK
5- // CASAMENTO avô………. __ OK
6- // NASCIMENTO PAI……… __ OK
7- // CASAMENTO PAI/MÃE…… __ OK
8- // NASCIMENTO FILHO (Você) __ OK
9- // CASAMENTO FILHO/ESPOSA. __ OK
10-CERTIFICADO DE RESERVISTA/NÃO PRECISA TER DATA RECENTE __ OK
2 (DUAS) XEROX AUTENTICADA + tradução (para o consulado)
TODOS DOCUMENTOS SERÃO TRADUZIDOS PELO PATRONATO MEDIANTE
PAGAMENTO POR PÄGINA, OU POR:
YONNE SOPHIA FORCELLINI (TRADUTORA JURAMENTADA)
– FONE (011)4354-0456 R. Antônio Caputo, 186 / RIACHO GRANDE

CONSULADO DA ITALIA Av. Paulistas N.º 1963 FONE : 3549-5699.
Passaporte Italianos dupla cidadania.

– Autorização da mãe/pai dos filhos menores, p/ tirar o passaporte
– 2 fotos 3×4 sem data
– Xerox autenticada da identidade
– Antecedentes penais (delegacia do bairro) 3 meses de validade
– Delegacia : xerox da identidade
formulário de antecedentes criminais
pagamento de taxa no banco
horário das 9:00 às 16:00 h.
– Taxa pagamento anual.
Horário das 8:30 às 12:00 h, só segunda-feira pegar senha
só tem 25 números. (Consulado da Itália).
Chegar 04:15 da manhã.

2. Paulo Victor de Oliveria Batista - janeiro 8, 2007

Antonio di Battista
Thomaz di Battista Camilo di b Battista
Maria Dàngela Mauro di Battista

Carolina Angelucci
Mariano Angelucci Raul Angelucci
Angela de |Julia Aurora Angelucci
Nair Angelucci
Minotti Angelucci
Maria Giuseppa Angelucci lucci (pepina) – na) – 6/9/1984

3. Paulo Victor de Oliveria Batista - janeiro 8, 2007

Henrique Baptista – 8/9/1974

Dante Baptista
Antonio di Battista
Thomaz di Battista Camilo di b Battista Alfredo Baptista 18/05/1917 – 06/01/1963
Maria Dàngela Mauro di Battista
Carolina Baptista Maria Carolina de Oliveira Batista

Carolina Angelucci Nair Baptista
Mariano Angelucci Raul Angelucci Grazziela Batista
Angela de |Julia Aurora Angelucci Ester Baptista Norberto Antonio de Oliveira Batista
Nair Angelucci Norberto Antonio de Oliveira Batista 14/12/1944 Ester Batista
Minotti Angelucci Armando Baptista Tercio Batista
Maria Giuseppa Angelucci lucci (pepina) – na) – 6/9/1984 Antonio Batista Filho
Antonio Baptista Filho Elza Mello de Oliveira Batista

Daniele Batista Machado
Zenilde de Oliveira Batista 17/02/1946 Zenilde de Oliveira Batista
Orlando Marcondes Machado Orlando Marcondes Batista Machado

Paulo Victor de Oliveira Batista 26/10/1948 Paulo Victor de Oliveira Batista Fabricio Fernandes Batista
Maria Albina Fernandes Batista
Philip Fernandes Batista

Frederico Dante Batista

Dante Aurelio de Oliveira Batista 06/11/1950 Dante Aurelio de Oliveira Batista Camila Batista
Sueli Batista

José Jodir de Oliveira Batista 31/08/1952 José Jodir de Oliveira Batista Thais Batista 25/11/1990
Lenice Batista
Ewerton Thales Batista 23/08/1994

Raul Claudio Batista Emerson Batista
Lionete Borges
1 casamento

Marcelo Batista

Raul Claudio Batista 30/08/1944 Marcio Batista
Raul Baptista 07/03/1919 Raul Baptista
Filomena Litieri Baptista 21/02/1923
Casamento 10/06/1943
Raul Claudio Batista Cristian Letiere Dobre Batista
Cristiane Batista
2 casamento

Claudia Rocha da Silva 06/05/1969
Maria Aparecida Batista 03/10/1948 Maria Aparecida Batista
Rubens de Oliveira Rocha Patricia Rocha Zamorai 14/12/1971

Luciana de Oliveira Rocha 04/01/1974

Rui Carlo Batista Filho 21/12/83
Rui Carlo Batista 06/10/1959 Rui Carlo Batista
Edna Conceição Zanete Ferreira Batista Raquel Batista 23/11/?

Ricardo Luiz Batista 06/10/1959 – 09/08/1961

4. Paulo Victor de Oliveria Batista - janeiro 9, 2007

– A União Européia – Histórico
– Diferenciais e oportunidades para os portadores de cidadania portuguesa
– Entrando no clima de Portugal

– Questões sobre o escritório e os serviços prestados.
– Perguntas freqüentes direcionadas aos consulados (FAQ)

– A União Européia – Histórico | Voltar ao topo

A União Européia (UE), anteriormente designada como Comunidade Econômica Européia (CEE) constitui-se atualmente por 25 Estados-membro. Ganhou nova denominação a partir do Tratado da União Européia (conhecido como Tratado de Maastricht) em 1992. Suas sedes se localizam em Bruxelas, Luxemburgo e Estrasburgo.

Algumas das mais importantes vantagens oferecidas pela UE são: o mercado único europeu (uma união aduaneira), a moeda única — adotada por 12 dos 25 Estados-membro — políticas agrícolas, comercial, de pesca e de transportes comuns. O bloco desenvolve também várias iniciativas para a coordenação das atividades judiciais e de defesa dos países que o compõem.

O Tratado de Paris, de 1951, que estabeleceu a Comunidade Européia do Carvão e do Aço, e o Tratado de Roma, de 1957, que instituiu a Comunidade Econômica Européia e a Comunidade Européia da Energia Atômica, ou Euratom, foram assinados por seis membros fundadores: Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos. Depois disto, a UE levou a cabo cinco alargamentos sucessivos, a partir de várias adesões: em 1973, Dinamarca, Irlanda e Reino Unido; em 1981, Grécia; em 1986, Espanha e Portugal; em 1995, Áustria, Finlândia e Suécia; a 1º de maio de 2004, República Checa, Chipre, Eslováquia, Eslovênia, Estónia, Hungria, Letônia, Lituânia, Malta e Polônia.

5. Paulo Victor de Oliveria Batista - janeiro 9, 2007

Dúvidas de brasileiros sobre Espanha
Estou tentado colocar aqui todas as dúvidas que chegaram através da página. Espero poder ajudar a tirar algumas dúvidas!

Se voce tem alguma sugestao ou dúvida que nao esta respondida, escreve pra mim que eu tento colocar nesta pagina também, mas antes… veja se a tua pergunta nao esta respondida aí abaixo, ok?

O custo de vida é muito caro?

Depende… Madrid é uma cidade grande… capital, assim como Sao Paulo, Curitiba.. as cidades grandes normalmente têm um custo de vida mais alto que as do interior. Em geral Madrid é um pouco carinho sim.

É dificil de arrumar emprego?

Conseguir emprego aqui não é facil nao, quem me aconpanhou no blogg viu que é meio complicado. Muitos brasileiros têm a idéia de que a Espanha é igual para trabajar como os EUA. Aqui não é tao facil. E ainda que o governo diz que aqui nao há desemprego, a realidade é outra.

O brasileiro pode trabalhar legalmente na Espanha? Quem pode trabalhar?

Os brasileiros não podem trabalhar na Espanha legalmente. Quem pode trabalhar? Espanhóis ou membros da Uniao Européia. Ou quem tenha nacionalidade de algum país da Uniao Européia.

A legislação local permite que estudante trabalhe?

Não, não permite. O estudante que nao é Espanhol ou membro da Uniao Européia, não pode trabalhar na Espanha legalmente.

Quais são as exigencias para estudar?

A melhor opção para saber as exigências é ir ao Consulado ou Embaixada da tua cidade para verificar. Pedem varios documentos, como o que você ja estudou, com que dinheiro você vai ficar aqui, aonde você vai estudar, etc. Como isso pode mudar dependendo da legislaçao, a melhor opçao é se infomar no consulado. Todos os documentos têm que estar legalizados e traduzidos.

Qual o período de validade do visto?

Para vir como turista você só precisa ter um passaporte em dia. Pode ficar até 3 meses.
Para vir como estudante, depois de entregar a “papelada” na Embaixada eles te dao um visto de 3 meses que pode ser extendido por 1 ano depois que você chegar aqui. Para isso, tem que trazer o passaporte com o “carimbo” da Embaixada daí para apresentar na Policia daqui para poder fazer uma “carteira de identificaçao de estudante” valida por 1 ano.

Quanto custa um apartamento de 2 quartos?

Em Madrid o aluguel é caro. Um apartamento de 2 quartos pode estar em torno aos 600 Euros. Pode ser encontrados mais baratos e mais caros, dependendo do bairro.

Qual a moeda utilizada na Espanha?

A moeda é o Euro.

Não é o mesmo valor que o dolar. São dois valores distintos, apesar de que podem estar em torno do mesmo valor, nao é a mesma coisa.

Para ter certeza, melhor ver uma pagina de cotação atualizada.

http://www.flaviapieta_duvidas.blogger.com.br/index.html

6. Paulo Victor de Oliveria Batista - janeiro 9, 2007

Carreira X Sobrevivência
Como os nossos universitários encaram a realidade
profissional na América?

Artigo do jornalista Fabio Lobo, publicado no Jornal Brasileiras & Brasileiros – edição de Novembro de 2003.

“Você já reparou como todo carioca morava na Barra, Leblon ou Recreio, antes de vir para os Estados Unidos limpar banheiro?” Esta velha pergunta acaba de renascer entre os brasileiros na América, principalmente após a febre consumista da novela global Mulheres Apaixonadas, encerrada no início do mês passado. A trama, que, vale dizer, surpreendeu pela originalidade e uniu o país em torno de importantes questões do cotidiano, também nos empurrou garganta abaixo um Brasil fabricado, pomposo e desconhecido pela maioria da população. Claro que a nossa abertura de texto reflete uma brincadeira, uma provocação bem-humorada “contra” os nossos irmãos do Rio, que sempre encaram tudo no maior alto astral. Sem dúvida, Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes são regiões da capital fluminense onde o padrão de vida é de primeiro mundo; discordar disso seria absurdo. Mas não é o glamour da cidade maravilhosa que está em questão.

O ponto aqui é perceber como algumas “piadas” caminham de braços com a situação real, cutucando as feridas do contrastante reino tupiniquim. Existem “Leblons” espalhados por todo o território nacional, distantes dos grandes centros ou mesmo encravados neles, dividindo espaço com palafitas. Lugares que sustentam uma riqueza frágil, ameaçada pela volatilidade econômica e pela fúria da corrupção e exclusão social. A palavra estabilidade, cujo significado prático já foi “vencer na vida”, simplesmente caiu, dando lugar a uma batalha desenfreada por espaço.

Até aí, nenhum ovo de Colombo. Quem nasceu no Brasil conhece a história toda de cor. Mas a triste novidade, que destruiu o nosso ecossistema conjuntural, foi o brutal aumento dos predadores em relação às presas. Em síntese, quem entrou no “novo esquema”, entrou. Caso contrário, é hora de se virar. O dinheiro sumiu, o mercado de trabalho encolheu, os clientes não aparecem mais, e o primo deputado foi cassado. Você ainda duvida que muitos moravam mesmo na Barra, antes de vir para os Estados Unidos limpar banheiro?

Definitivamente, somos a nação que mais desperdiça conhecimento e talento. A falta de estrutura para absorver o gigantesco contingente de mão-de-obra disponível, faz com que a porcentagem de “doutores” mergulhados na informalidade progrida geometricamente. Tem muito universitário vendendo pipoca no Brasil. E mesmo assim, quando o cinema fica vazio e a sobrevivência da família é ameaçada, nossos médicos, dentistas, advogados e psicólogos acabam encontrando no exterior uma espécie de “última chance.” A princípio, é difícil entender como alguém que estudou vários anos para construir uma carreira, simplesmente chuta tudo e sai do país. Há quem diga que a decisão é radical, fruto de falta de coragem ou habilidade profissional para competir no mercado. Mas as notícias mostram o contrário: o sistema econômico brasileiro é cruel; os juros são astronômicos e acabam com as possibilidades de recuperação de quem está em dificuldade. Embora se perceba certa euforia no campo do comércio internacional, o caos ainda parece muito perto.

O desemprego na grande São Paulo está em torno dos (desesperadores) 20%. O salário mínimo não chega a 100 dólares mensais e a violência está fora de controle. Todos os dias, pais de família perdem a vida por conta de um par de sapatos ou um automóvel. População e autoridades apenas observam, imobilizadas pelo medo e pela incompetência administrativa. A corrupção reina absoluta, e continua seduzindo desde síndicos de prédio, que desviam tímidas quantias dos fundos de obras, até grandes cérebros de renomadas instituições financeiras e governamentais. Os jovens, mesmo os recém-formados em universidades de alto padrão, terminam obrigados a trabalhar de graça, motivados pela cínica “chance de adquirir experiência.” Quase não há programas de incentivo à educação de base, muito menos política definida de encaminhamento profissional. Recentemente, um concurso para gari (isso mesmo, uma seleção para varredores de rua), promovido pela prefeitura do Rio de Janeiro, transformou-se em cena lamentável, digna de enrubescer o mais patriota dos seres: milhares de pessoas, boa parte com nível superior no currículo, passaram noites na fila, a espera da entrevista. A impaciência, motivada pela necessidade de conquistar a vaga, gerou tumulto. A polícia usou bombas de efeito moral e balas de borracha, na tentativa de organizar a multidão. O salário oferecido? R$ 600 por mês.

O B&B pergunta: é melhor preservar o status social de certas profissões, convivendo com os riscos de um Estado frágil; ou o negócio é batalhar em uma nação de primeiro mundo, onde qualquer emprego garante ao menos integridade física e dignidade material? O que fazer quando a falta de experiência (no caso dos recém-formados), a competitividade (para os expelidos do mercado), a decadência (que destrói quem não se recicla), ou simplesmente o “saco-cheio”, sufocam o sonho de uma carreira brilhante? Como fica a cabeça do médico que, de repente, se vê lavando pratos? Quais são (ou foram) as principais dificuldades e o que mais dá saudade da “antiga” vida no Brasil? Ser feliz é possível ou a idéia de voltar atormenta? E a profissão original, fica para trás ou há chance de retomá-la em solo estrangeiro? Este mês, entrevistamos pessoas que passaram por reviravoltas de vida nos EUA. Confira as histórias.

Edson Dias, contador, programador de computadores e desenhista arquitetônico, veio para a América em busca de reconhecimento profissional, movido pela certeza de encontrar maiores oportunidades. Atualmente, como motorista da Disney, pensa de outra forma: “Eles (os americanos) querem mesmo é fazer dinheiro em cima do seu trabalho. Quando percebi isso já era tarde; havia perdido a identidade com o Brasil e não podia deixar de ajudar meu filho lá.” Edson, que antes de vir respondia pela parte contábil de uma importadora de vidros, encarou aqui diversos subempregos, entre eles o de lavador de pratos. “Lutei muito, e só consegui continuar porque estava bem preparado física e psicologicamente”, lembra. O carioca teve uma experiência familiar desagradável, quando sua esposa recusou-se a acompanhá-lo em busca do sonho americano. “Ela viria seis meses após a minha chegada, mas acabou desistindo. Fiquei sozinho, com a responsabilidade de sustentar uma criança de dez anos no Brasil.” Sobre retomar a carreira, Dias descarta a possibilidade: “Tudo é diferente, principalmente as leis. Muito difícil.” Ele confessa que sente falta da vida social que tinha no Rio, pois lá “saía com os amigos, viajava, velejava e tudo mais; aqui não faço sequer um exercício físico. São 14 anos só trabalhando; até o colesterol aumentou.” Mas nem tudo é negativo para Edson Dias. Ele se mostra feliz por ter “entrado em contato com Jesus” na América, e por viver em um país que garante os direitos do cidadão. “Não dependo mais do homem, e sim de Jesus”, afirma. “E tenho o privilégio de viver num lugar seguro, onde posso contar com a Justiça e as autoridades”, finaliza.

O dentista Jandir Bernardo Silva Jr. não veio por dinheiro. Ele nos conta que, em Recife, possuía uma clínica com 16 salas e extensa carta de pacientes. Além disso, ainda era contratado do governo municipal há 12 anos. “Eu estava mesmo é de saco cheio. No nordeste, as pessoas falam muito em sofrimento e problemas; isso não me faz bem.” Jandir gosta de dizer que “quem tem raiz é árvore”, e lembra que se aventurou por diversas profissões e lugares diferentes, até vir para os Estados Unidos.

Aos 15 anos de idade, estudou em New Jersey por oito meses, quando se interessou pela organização dos americanos. “Antes da odontologia, fiz engenharia e tive um restaurante, um bar, óticas e bancas de jornal. Mas o que me interessa mesmo na vida é buscar aprimoramento moral. Profissão é pura prática.” Nos EUA, trabalhou com limpeza e como ajudante de cozinheiro. Hoje possui uma van de sorvetes, e atende crianças em regiões menos favorecidas. “Gosto de lidar com o povo”, exclama Bernardo. O pernambucano já tentou retomar sua profissão original aqui, mas as barreiras do idioma, os custos elevados e os planos de retornar ao Brasil o fizeram desistir. Para quem quer ficar, mas ainda sofre com a questão profissional, o dentista deixa um conselho: “o melhor é combater o sofrimento e viver um dia de cada vez, perseguindo os sonhos e aproveitando esta chance de se reencontrar com a humildade”.

Fabiana Cerqueira, engenheira elétrica de sistemas, assimilou com tranqüilidade a reviravolta profissional: “Sou muito adaptável. Onde Deus me manda, fico bem. Vim para casar, pois meu marido estava aqui há muito tempo. Sempre fui consciente de que não teria certas regalias, como ficar em casa por doença ou aproveitar finais de semana inteiros. Mas sempre lidei bem com isso. Pensei até que as coisas pudessem ser piores, e graças a Deus, não foram.” Fabiana, que hoje trabalha com remessas de dinheiro, entende que qualquer trabalho tem mais valor que status social: “O importante é se expandir, viajar e conhecer novas realidades. Se você teve o privilégio de estudar e continuar na área, ótimo. Se não, é fundamental manter-se trabalhando com dignidade, fazendo tudo da melhor forma possível”, ressalta. Mas a ex-consultora da Xerox confessa sentir saudade da estrutura trabalhista brasileira, que oferece muito mais benefícios que a americana. E pretende retomar a carreira construída no Brasil: “Por enquanto, aplico meus conhecimentos de acordo com a nova realidade de trabalho. Mas não vou jogar fora anos de estudo e especialização.” Ela faz questão de encerrar com palavras de gratidão ao Criador: “Com Deus você sempre é feliz, não importa onde nem o que faça.”

Getulio Oliveira, administrador de empresas formado pela Universidade Federal do Pernambuco, entende que não vale a pena insistir na América. “Quando vim para cá, achei que estava tendo uma oportunidade. Porém, depois de conhecer a verdade das coisas, cheguei à conclusão de que prefiro estar no meu país. Lá sim somos cidadãos, mesmo com todas as dificuldades e problemas. Lá posso exercer minha profissão; aqui não. O Brasil é a minha casa.” Nos Estados Unidos, Getulio já trabalhou em uma lavanderia, e hoje é “houseman” de hotel. Ele assume que se sente diminuído ao “tirar roupa suja do carrinho das camareiras” e trabalhar ao lado de pessoas que não sabem escrever o próprio nome. Ex-funcionário do Unibanco, Oliveira admite que a falta de fluência no idioma inglês, a distância da família e os tipos de trabalho destinados aos imigrantes são os fatores que mais o desencorajam. “Tenho saudade da minha liberdade; de fazer o que gosto e praticar o que estudei durante a vida toda.”

“Resolvi mudar para me reencontrar com a paz interna, depois de viver situação trágica na família”, afirma o cirurgião facial Alfredo Botelho. Segundo ele, que hoje se considera feliz, o conceito de êxito na América varia de acordo com cada propósito. “Tem gente que só vem pra fazer fortuna (chegando até a morar com dez pessoas num apartamento), e outros que procuram expandir horizontes e viver bem. São casos totalmente diferentes”, compara. O médico nunca se incomodou em trabalhar fora da área de formação, e compreende que, nos dias de hoje, “status não importa; o que vale é alcançar a satisfação.” De acordo com o carioca, todo trabalho é digno: “Especialmente aqui, onde se consegue as coisas em muito menos tempo. Não é nenhuma vergonha trocar o diploma por algo que dê mais retorno.” Botelho lembra que já veio preparado psicologicamente para “começar por baixo”. Lavou pratos, foi “houseman” e também passou por uma lavanderia. Hoje é gerente de área de uma empresa hoteleira, respondendo por toda a região de Tampa e Clearwater. “Sempre tive jogo de cintura para perceber que os problemas do começo eram parte de um processo, iniciado a partir da decisão de viver nos Estados Unidos. Isso ajudou muito.” Alfredo Botelho tem planos de voltar a atuar na área da saúde, mas “devido aos trâmites burocráticos que envolvem a decisão, o projeto está temporariamente adiado.”

Ronaldo Carvalho atuou como arquiteto e psicólogo no Brasil. Também estudou comunicação social, chegando a escrever para um jornal. Em determinada época, largou tudo para se dedicar a uma grande paixão: voar. Por mais de 10 anos, foi comissário de bordo da Transbrasil. Já conhecia os EUA, pois sempre vinha pra cá com a família. Em uma dessas viagens, prometeu “que ganharia dinheiro nesta terra.” A Tranbrasil quebrou, e a oportunidade de cumprir a promessa apareceu de repente. Hoje em dia, Ronaldo trabalha na portaria do parque Wet’n Wild e no South Gate Hotel. Abriu mão de todas as suas habilidades, mas não sofreu nenhum trauma com a transição: “em termos de condição de vida, educação geral e moradia, os EUA dão um banho no Brasil. Aqui não há discriminação por idade ou raça, e quem se forma na universidade tem muito mais condição de atuar na área.” Carvalho diz que atingiu maturidade suficiente para entender que “títulos e cargos não enchem barriga.” E afirma que seria capaz de repetir toda a “aventura” novamente
http://www.imigrar.com/profissaonoseua.shtml

7. SPIRIT - PAPELARIA - março 27, 2008

Voce parente de Maria Albina Fernandes, estou procurando essa pessoa, “Com urgencia”???

8. EDIMAR FORCELLINI - abril 10, 2008

BOM DIA!
GOSTARIA DE SABER SE ALGUÉM JÁ TEM O BRASÃO DA FAMÍLIA FORCELLINI.

9. REINALDO FRANCISCO DIAS - maio 4, 2008

Boa tarde:
Gostaria de saber seber se vc faz essa arvore
tbm gostaria de saber o quanto custa pra vc fazer isso
tenho interesse de saber por que gostaria de conseguir a cidadania
seu que sou descendente espanhola:
meu nome e REINALDO FRANCISCO DIAS sou do estado de goias da cidade de goiania GO.

10. Welma Cristina Macedo Piantamar - maio 30, 2008

Gostaria de saber sobre *BRASÃO* família PIANTAMAR – Itália

11. jean - junho 11, 2008

isso que vc feis é massa eu amei é assim que a pessoa tem quer ser estudioso e ñ violenta

12. José Carlos Angelucci Jr. - julho 17, 2008

Olá!

Estou querendo muito obter dupla cidadania italiana.

Te encontrei por acaso na internet. Também sou Angelucci, como o mundo é pequeno.

Vc tem a árvore genealógica de nossa família.

Sou neto de José Angelucci, de Ibitinga/SP. Os pais do meu avô eram italianos, da Calabria, se eu não me engano.

Você pode me ajudar?

Abs,

13. emerson oliveira de miranda - novembro 19, 2008

sou emerson oliveira vivo en españa vi toda sua historia por nao conhesse achei enteressante consequil o que eu estou en busca a muito tem por os mals tratos dos oropeus desde muitos anos passo por dificuldades aqui mas estou superando poco a poco estou en busca da minha arvore geneologica para minha legalizacao aqui na españa sevilla …….

14. wellington - abril 21, 2009

estou em busca dos nomes exatos da minha decendencia,eles vieram de pescaglia em lucca,porem cada nome esta de um jeito,ja fiz a retificaçao ea comuni fala ue estaerrdo vc pode me ajudar?

15. Fernanda Botelho da Silva - maio 10, 2009

Gostaria de recebr a arvore genealogica da familia botelho com todas informaçoes possiveis, agradeço.

16. Gerson Martins - setembro 8, 2009

Ola eu estou aqui para saber se alguem poderia me dar uma ajudinha em encontrar uma pessoa q faça a correção de nomes italianos
pois estou com um problema tenho a documentação tenho o tradutor mas não tenho a pessoa q faça a correção …

Desde ja agradeço .

Gerson Martins

17. rosangela - dezembro 8, 2009

eu rosangela estou aprocura de meu pai que vivia no parana apucana minha mae se chama santina barbosa e ela nao gosta de comentar sobre ele mas sei que afamilia dele mexia com politica e que o nome dele carlos angeluci minha mae namorou com ele a32 anos atras;

paulovictor - dezembro 8, 2009

CAra Rosangela,   Angeluchi é por parte de minha avó, portanto acho muito dificil ter qulquer parentesco pois minha vó tinha apenas uma irma e aa mesma não teve filhos, alías teve mas morreu na Italia. Todos os sobrenomes vem por parte de meu avô di battista. Recomendo que visita o site da cidade de Castel Frentano na Italia, talvez surja algum sobrenome por parte dos pais de minha avó. Vocêr deve conversar com sua mãe e conseguir mais informações, não adianta fugir do passado, acho que ela te deve isso. Converse com ela na boa, procure nas listas telefonicas esse sobrenome em Apucarana.Boa sorte menina Paulo VictorEm 08/12/2009 17:36, comment-reply@wordpress.com < comment-reply@wordpress.com > escreveu:

18. CHRISTIAN ROBERTO VICENTE ZERBINATTI - agosto 17, 2010

OLÁ,, GOSTARIA DE RECEBER A ARVORÉ GENEOLÓGICA DA FAMILIA ZERBINATTI..COM TODAS AS INFORMAÇÕES POSSIVEIS..DESDE JA AGRADEÇO..ABRASSS

19. CHRISTIAN ROBERTO VICENTE ZERBINATTI - agosto 17, 2010

Olá, gostaria de receber a arvoré geneológica da familia ZERBINATTI, com todas as informações necessarias e possiveis. desde ja meus agradecimentos..abrasss

20. mariana - novembro 6, 2010

Olá, gostaria de receber a arvoré geneológica da familia Noberto, com todas as informações necessarias e possiveis. desde ja meus agradecimentos..abrasss

Responder

21. denise baptista boppre - novembro 10, 2011

Querido primo sou Denise Baptista, bisneta de Antonio, neta de Henrique, filha de Luiz Henrique Baptista. Gostaria de saber se você conseguiu a dupla cidadania e como eu posso dar continuidade no processo!
Com muito carinho, parabéns e muito obrigada por me resgatar tantos detalhes rsss acho que temos este interesse em comum, mais você foi mais eficaz!
denise

Norberto Antonio de Oliveira Di Battista - dezembro 10, 2011

olá denise: meio sem querer acabei entrando nete bolg do meu irmão Paulo Victor.Estou morando em Ilhabela.Eu consequi para mim , meus filhos e esposa a cidadania italiana.Como você deve ter observado somos DI Battista.Já estamos com o nome novo condição sine-qua-non para a obtenção da cidadania.Não tenho agora o telefone do advogado que tratou de tudo mas, me mande seu e mail que tenho certeza que o localizarei.
– um forte abraço.

22. Claudio - novembro 23, 2012

Oi Paulo Victor, uma pergunta: Esse Raul Claudio Batista que consta na sua familia é o mesmo que trabalhou por anos na Ligth? em São Paulo capital? Um grande amigo que não vejo há tempos.

Paulo Victor Oliveira Batista - fevereiro 23, 2014

Sim se trata dele mesmo, infelizmente já falecido.


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